> "Cada um escolhe a oportunidade que quer e isto foi uma escolha da política, chegar num dos dias mais sagrados para o judaísmo. O prognóstico que existe neste momento é o dia de domingo. Estamos a tentar que, terminado o Yom Kippur (...) possa haver acesso aos cidadãos já esta sexta-feira, mas pode existir uma não acessibilidade pela parte das atrasas israelitas, e isso passar só para domingo. Já teremos, provavelmente a partir da manhã de amanhã, a informação detalhada de onde é que chegaram, a que horas é que chegaram, se estão bem", explicou Rangel.
Realmente, que chatice. Uma pessoa não pode estar a cometer genocídio num feriado, que aparecem logo os esquerdalhos a incomodar.