<oembed><type>rich</type><version>1.0</version><title>Olavista Pardolista Integralista wrote</title><author_name>Olavista Pardolista Integralista (npub1uy…nwdzc)</author_name><author_url>https://nostr.now/npub1uy7tnhwxsr0tc8eexksandgcct5wtua2xazvl2gfyy5n86p9sdvq7nwdzc</author_url><provider_name>njump</provider_name><provider_url>https://nostr.now</provider_url><html>Para que serve uma eleição? Quem é o destinatário da eleição?&#xA;&#xA;A eleição é feita para o eleitor. Em teoria ele é o mandante que elege os mandatários que dirigem o país.&#xA;&#xA;Muito bem. Se a eleição é feita para o eleitor, todo o processo deve ser conduzido de forma que seja INTELIGÍVEL e TRANSPARENTE para a eleitor médio.&#xA;&#xA;O eleitor médio não tem capacidade de entender e acompanhar a auditoria da apuração de votos em um sistema eletrônico. &#xA;&#xA;É justamente por este motivo que países desenvolvidos ainda mantém a apuração analógica por voto impresso, mesmo tendo tecnologia e recursos para sistema eletrônicos.&#xA;&#xA;Um sistema eletrônico, por mais vantagens teóricas que tenha como velocidade e economia de recursos, não é intuitivo para o eleitor médio e, por este motivo, acaba se tornando um sistema péssimo que só cria dúvidas sobre a lisura do pleito.&#xA;&#xA;Negar o backup analógico de votos e uma auditoria analógica de apuração de votos impressos é negar TRANSPARÊNCIA ao eleitor médio.&#xA;&#xA;Então o estado que recusa transparência ao cidadão deve sim ser visto com desconfiança. Punir o cidadão por desconfiar de uma tecnologia ininteligível é sadismo estatal. Nenhum cidadão deve ser obrigado a confiar em tribunais e em equipamentos eletrônicos. Nenhum cidadão deve ser punido por questionar a apuração eletrônica. Só isto já é um enorme passo para uma autocracia tecnocrata.</html></oembed>