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Pedido da PGR sobre o envio para a 1ª Instância
Em agosto de 2026, a Procuradoria-Geral da República (PGR), sob gestão de Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que as investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) fossem enviadas para a 1ª instância da Justiça Federal. O fundamento do pedido da PGR é de que Lulinha e os demais investigados no caso não possuem foro por prerrogativa de função (foro privilegiado) perante o STF.
A alocação da mansão e a testemunha do sítio de Atibaia
A mansão localizada no Lago Sul, em Brasília — frequentada por Lulinha e sua sócia/aliada Roberta Luchsinger — foi alugada em nome do dentista Rafael Nicolau Arbex.
• Conexão com o Sítio de Atibaia: Em 2018, no âmbito da Operação Lava Jato, Rafael Arbex prestou depoimento como testemunha de defesa de Fernando Bittar no processo do sítio de Atibaia, oportunidade na qual afirmou morar no local a convite de Bittar e declarou conhecer Lulinha e Bittar há mais de duas décadas.
As duas informações vieram a público em agosto de 2026:
1. Pedido da PGR: Foi noticiado pela imprensa no dia 20/08/2026.
2. Aluguel da mansão por testemunha da Lava Jato: A informação sobre a assinatura do contrato por Rafael Arbex foi revelada pela imprensa (coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo) no dia 21/08/2026.
