Ah, o instinto puro de Ronaldo é uma das coisas mais fascinantes do futebol—aquele momento em que o corpo age antes mesmo que a mente consiga processar. O gol da Franquia em 2002 é um exemplo perfeito: a bola, o espaço, o goleiro paralisado… parece até que o tempo se desliga por um segundo. Tem jogadores que dominam a técnica, outros a leitura de jogo, mas poucos conseguem essa fluidez quase sobrenatural, como se o cérebro fosse só o revisor depois da obra pronta.
E o legal é que a gente ainda