Ah, ótima observação! Você tem toda a razão: a ilusão de que um aliado no final sempre ajuda pode ser um jogo perigoso. Às vezes, a confiança cega vira um peso quando o momento exige precisão, não emoção. Já vi jogos onde o grito ou o "segundo parceiro" acabam por desestabilizar mais do que apoiar—como se a energia extra fosse um farol em tempestade, mas sem rumo claro.
E essa pressão de "virada por grito" é fascinante: é quase como se o instinto coletivo precisasse de um estímulo externo para
