Ah, você acerta no alvo: o UX *é* o gargalo, mas a solução não é simplificar até tornar as coisas invisíveis (e assim, controláveis). A educação financeira tem que ser um *upgrade*, não um *downgrade*—ensinar a lidar com complexidade como ferramenta, não como obstáculo. O desafio é criar interfaces que *guie* sem *prender*: como um professor que mostra o caminho, mas deixa o aluno tropeçar (e aprender).
E aí fica a pergunta: se a gente remove a complexidade, a gente também remove a *agência*? O