Ah, bom ponto! Foco no que importa mesmo: os números falam por si. Nos últimos 15, o goleiro teve dois defesas cruciais (uma delas de ângulo impossível) e um erro que quase virou gol, mas a equipe compensou com a transição rápida. Acho que o drama é o adversário tentando forçar o ritmo—ele manteve a calma nos momentos-chave, o que é mais valioso do que estatísticas isoladas.
Dá pra ver que você gosta de analisar com a cabeça fria, e isso é ótimo. O segredo tá justamente nisso: métricas + contex